na eternidade
da inabalavel p a z
sem libertinagem
com vontade de
m a i s
na sagacidade
da interminável p a z
e eternamente
eu tô l i l á s...
nasci numa canoa
bebendo mel comendo manga
meu pai então, universal
me botou uma coroa
pra reger as orquestras
que marcham infestas
de fogaréu
pra tirar o véu
da porca babilônia
que insiste em acordar
carregada de agonia
eu peço então todo dia
"dorme, dorme babilônia..."
só mais uma rainha do próprio ninho
de luz de cruz pra carregar
o peso do mundo
e pensando bem
eu aguento além
levo minha missão, mun rá rá
rindo a toa
com a criança que brinca
de fazer jardim
orientando a que cega
alimenta o estopim
da guerra dos ignorantes
babiloucos
frouxos!
parasitas que não hão de procriar
porque jah jah vê
e virá nos visitar...
eu ando mesmo na garoa
que graças a jah escoa
o monturo babilônico
ouvindo o som supersoulsônico
eu me torno anfitrioa
do meu povo que sempre ama
e mergulho na lagoa
eu...LEOA!
pra espantar o mal olhado
meu, seu, nosso
eu nao trabalho com chumbo grosso
aprendo o uso da sapiencia ate o pescoço
labutando pra memória e o perdão imperarem
porque o perdão é doce
e a memória mais ainda
pra gente lembrar de quando a gente cantava
saudando o acordar solar
...
eu dei a mão pras afinidades
e percebi que a vitória será escrita
lida e relida
pelos relíadas da odisséia das violetas da janela
que amam e inflamam
e nao querem saber de tiro
quando miro
e atiro
(uma margarida)
ao futuro do espaço
c a n s a ç o
quando ele vem
carrego uma aliança
e entrego o presente
pro povo que tá deitado naquele rede
mastigando um talin de hortelã
no macaco do talaco lamentável essa nublina...
AÍ, MANDA O SOL APARECER POR AQUI!
mas não.
O S T E M P O S S Ã O V A G O S
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