segunda-feira, 14 de março de 2011

Carangueijo de biblioteca, biblioteca de lama


a insustentável leveza do ser todo dia ao acordar.
acordo, não levanto, olho pro céu branco e deixo-me cegar...cadê as minhas soluções sem fundamento de antigamente?
hoje vejo que mesmo que eu me revoltasse pela falta de fundamento elas me eram úteis como uma concha pra dormir, mas agora com uma breve introdução da "poética do espaço" entendo as conchas e as gavetas;
talvez eu não entenda porra nenhuma mesmo e só queira pular ao som dos zumbis do mangue:
"e nessa insustentável leveza de ser, eu gosto mesmo é de vida real!"



logo, essa vontade leva minhas meras e pobres especulações filosóficas ao naufrágio outra vez:
leeeeeeeeeeeeê, leeeevei minha alma pra passear...

2 comentários:

<_/´\_/`\__>~ tss