egos em guerra. de repente se fez necessária uma mudança agressiva e imediata no constante refazimento de recursos intelectuais e emocionais das pessoas: uma reeducação; que deve ser vista como um projeto coletivo, não um projeto individual...entende? as pessoas sofrem e calam por pouco, por pouquíssimo. o ego as vence. sem esforço.
tenho argumentos, ô se tenho, vim preparada pro pessimismo fantasiado de realismo dos que escolheram permanecer ilesos (e cegos) as agressoes do mundo; dirão, intolerantes: "é utopia essa sua idéia de tentativa atrás de tentativa, esperança só é bonita na bíblia, querida", mas...
mas...
mas...tive que dar uma pausa de dias aqui. eu preciso de um texto consistente...encaixotado. eu preciso de, eu preciso de, eu preciso produzir. socorro!
minha filha vai ter nome de Zahira, brilhante...e a outra, Teresa, não gosta de guerra. nem eu, filha, nem eu...
eu deveria saber que "quem não aplicar novos remédios deve esperar novos demônios", mas como disse o meu único amor de boa fé: "e amanhã se esse chão que beijei for meu leito e perdão, vou saber que valeu delirar e morrer de paixão, e assim, seja lá como for, vai ter fim a infinita aflição e o mundo vai ver uma flor brotar do impossível chão..."
eu quero voar num limite improvável!
...
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