
ah meu amor, se soubesses o quanto te rio... rio dessas (in)conveniências e desses convites e dessa semi curiosidade, tudo pela metade!, tudo de vez em quando, fazendo de conta que tenta me descobrir, só sei que no fim ficamos assim atravessados e eu aqui megalomaníaca sem você saber! devo rir-te pelos achismos, pelos poemas...ah essas pilhas de livros que eu na verdade não tenho tesão em futricar, numa vitrine pareceriam beleza, num espelho sabe lá deus onde vaga seu pensamento e pra mim, pra mim parecem mesmo pilhas de livros!
não ligo!, é desejo e cuidado de comprazer, conhece isso? deleite...assim, eu me jogo nessa pilhazinha aí de livros e penso sem necessidade de te contar "ah se tu soubesses como sou tão carinhoso...", encostando libidinosamente minha língua no comecinho do seu pescoço, deu até saudade dessas partezinhas de você, mas ai! lembrei dos desafinados e fiquei um tantinho lateral, fico olhando os trilhos enquanto você esquece de tudo e continua com todo esse blábláblá e esses catálogos de "dez coisas mais", "dez coisas menos", e olha que eu nem quero numerar a vida, você lembra quando eu imitava bethânia orando "magina, eu não tenho tempo pra isso, eu tenho que viver!"? você nem lembra...você fica querendo mostrar essa jubinha pra todo mundo, aiai, mas mesmo que não pareça te admiro pelo perdão e pelo dom, acredito em dom, sabia? você nem sabia...!
distante (por pura vaidade), docinha docinha achocolatada (e cálida)...sim, sou. não me parecem patéticos os batons e saias, gosto de mimos, dê-me um corte de seda e um sonho de valsa, te massageio e te deixo tentar, pode tentar, meu amor, eu deixo...
e não esquece: você não me rouba, a gente só junta as alegrias e faz amor, esqueceu que eu também estou sempre bem? rs
"o que você não sabe nem sequer pressente" é que conheço as fragilidades da minha misteriosa e magnífica fragilidade...poeta, poetinha vagabundo...
não ligo!, é desejo e cuidado de comprazer, conhece isso? deleite...assim, eu me jogo nessa pilhazinha aí de livros e penso sem necessidade de te contar "ah se tu soubesses como sou tão carinhoso...", encostando libidinosamente minha língua no comecinho do seu pescoço, deu até saudade dessas partezinhas de você, mas ai! lembrei dos desafinados e fiquei um tantinho lateral, fico olhando os trilhos enquanto você esquece de tudo e continua com todo esse blábláblá e esses catálogos de "dez coisas mais", "dez coisas menos", e olha que eu nem quero numerar a vida, você lembra quando eu imitava bethânia orando "magina, eu não tenho tempo pra isso, eu tenho que viver!"? você nem lembra...você fica querendo mostrar essa jubinha pra todo mundo, aiai, mas mesmo que não pareça te admiro pelo perdão e pelo dom, acredito em dom, sabia? você nem sabia...!
distante (por pura vaidade), docinha docinha achocolatada (e cálida)...sim, sou. não me parecem patéticos os batons e saias, gosto de mimos, dê-me um corte de seda e um sonho de valsa, te massageio e te deixo tentar, pode tentar, meu amor, eu deixo...
e não esquece: você não me rouba, a gente só junta as alegrias e faz amor, esqueceu que eu também estou sempre bem? rs
"o que você não sabe nem sequer pressente" é que conheço as fragilidades da minha misteriosa e magnífica fragilidade...poeta, poetinha vagabundo...
Essa foto me lembrou Ana Clara, e o texto, Lorena. Neguinha, preciso tanto falar-te. Nesse texto, a sintonia que tivemos é tão grande, mas tão grande que você nem sabe. E eu aqui, querendo te contar. Ai! Ps: eu abri os meus comentários por sua causa tá?
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